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Lula envia ao Senado indicação de Jorge Messias ao STF

Escolha ocorre após aposentadoria de Barroso e será seguida por sabatina e votação no Congresso para definir ocupante da vaga

Lula indica Jorge Messias ao STF para vaga de Luís Roberto Barroso. Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou ao Senado a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

A escolha foi formalizada por meio de mensagem oficial, confirmada pelo governo federal, e é feita para ocupar a vaga deixada pelo ex-ministro Luís Roberto Barroso, que anunciou aposentadoria da Corte em outubro de 2025.

Agora, o nome indicado será analisado pelos senadores em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde responde a perguntas dos parlamentares.

Se aprovado, o nome segue para votação no plenário da Casa. Para assumir o cargo, é necessário o aval da maioria dos senadores.

Quem é Jorge Messias?

Jorge Messias ocupa o cargo de advogado-geral da União desde 01 de janeiro de 2023. Ele é formado em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com mestrado e doutorado pela Universidade de Brasília (UnB), onde também atuou como professor visitante.

Ao longo da carreira, exerceu funções na administração pública federal, incluindo cargos na Casa Civil da Presidência da República, no Ministério da Saúde, no Ministério da Educação e em órgãos como a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e o Banco Central.

Saída de Barroso 

Barroso deixou o STF após mais de 12 anos de atuação. Indicado em 2013 pela então presidente Dilma Rousseff (PT), ele também presidiu o tribunal nos dois anos finais de sua trajetória.

O ministro afirmou, ao anunciar a saída, que pretendia “seguir outros rumos” fora da Corte, destacando não ter apego ao poder.

Ele assumiu o Supremo em junho de 2013 e ocupou a vaga deixada pelo ministro Carlos Ayres Britto. Em setembro de 2025, transmitiu a presidência do STF ao ministro Edson Fachin, que seguirá à frente da Corte até 2027.

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Barroso permaneceu no tribunal por mais de uma década, período que, segundo ele, foi marcado por “imensa dedicação à causa da justiça, da Constituição e da democracia”.

Vitor Hugo Girotto/Ig

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