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Maracaju encerra 2025 com controle das arboviroses e registros pontuais ao longo do ano

Boletim epidemiológico aponta que os casos de dengue, zika e chikungunya ocorreram de forma esporádica em 2025, com cenário controlado no fechamento do ano

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância da colaboração da população no combate ao mosquito Aedes aegypti. Foto: Reprodução

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O município de Maracaju encerra o ano de 2025 com um panorama considerado controlado em relação às arboviroses.

Dados do boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde, referentes ao período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025, indicam que os registros de dengue, zika e chikungunya ocorreram de maneira pontual e distribuída em períodos escassos ao longo do ano, sem caracterizar surtos contínuos.

Destaques do fechamento de 2025

  • Ausência de casos confirmados de zika durante todo o ano.
  • Dengue com número limitado de confirmações (401 casos), sem registro de óbitos.
  • Chikungunya concentrou o maior número de confirmações (1.972 casos), porém com controle progressivo e queda nos registros no fim do ano.
  • Apenas 4 casos confirmados de chikungunya nos últimos 15 dias, indicando estabilidade no encerramento do período.
  • Nenhum caso confirmado de dengue e zika nas últimas duas semanas do ano.

Ao longo de 2025, foram contabilizadas 5.450 notificações de dengue e chikungunya, das quais, grande parte foi descartada após investigação, reforçando a atuação contínua da vigilância epidemiológica.

As ações de controle vetorial, monitoramento dos casos e resposta rápida às notificações contribuíram para evitar a disseminação das doenças em larga escala.

Óbitos registrados

  • Dengue: 0
  • Zika: 0
  • Chikungunya: 6 óbitos, registrados de forma isolada ao longo do ano, sem aumento significativo nos períodos finais.

A Secretaria Municipal de Saúde destaca que o comportamento dos casos em 2025 demonstra eficiência nas estratégias de prevenção, com registros concentrados em momentos específicos e sem manutenção de altos índices ao longo do ano, permitindo o fechamento do período com situação epidemiológica sob controle.

Cuidados dentro de casa

Porém, a participação ativa da população é essencial para manter os índices baixos. 

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Durante o período chuvoso, ambientes como quintais, calhas, caixas d’água, vasos de plantas, pneus e recipientes que acumulam água tornam-se potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti.

  • Mesmo com o controle observado em 2025, a Secretaria de Saúde destaca que a vigilância precisa ser permanente.

A colaboração entre poder público e comunidade é fundamental para evitar novos aumentos, especialmente em períodos de chuvas intensas, quando o risco de proliferação do mosquito é maior.

*Com Assessoria

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